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Como a arquitetura moderna mudou São Paulo no último século?

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As influências do modernismo continuam muitos fortes e presentes até hoje em diferentes aspectos da nossa vida, além de abranger todas as áreas do conhecimento humano, como a ciência, as artes e até a forma como a história é interpretada.

Para entender de fato como a arquitetura moderna mudou São Paulo nos últimos 100 anos, vamos fazer uma viagem no tempo e entender o que é o modernismo e os grandes nomes desse período.

Diversos campos foram e ainda sofrem grande influência dos ideais do modernismo, e a arquitetura é uma delas. Nesse contexto, a inspiração foi tamanha que deu origem a uma nova forma de planejar, arquitetar e desenvolver as obras e construções das cidades.

As primeiras décadas do século XX foram muito marcadas pela rejeição aos estilos tradicionais e ascensão da arquitetura moderna. O estilo moderno jogou luz em tudo o que é simples, se manifestando por meio de formas básicas e na matéria-prima utilizada como o concreto aparente, o aço e o vidro, alguns dos materiais favoritos da arquitetura moderna.  

De modo geral, todos os arquitetos modernos se preocupavam com a maneira como as suas edificações seriam utilizadas na prática pelas pessoas, marcando também a valorização das funções sociais das construções.

É essencial ressaltar que o mundo estava em um período favorável para essas transformações na arquitetura, pois como havia passado pela Revolução Industrial, isso mudou a maneira de produção, revolucionando a qualidade dos materiais de construção por meio de novas tecnologias.

A arquitetura moderna no Brasil se embasou tanto nas ideias da idade moderna como nas facilidades da produção proporcionada pela Revolução Industrial. Além disso, esse movimento foi fortemente influenciado pela transformação do modo de entender a arte que aconteceu durante a Semana de Arte Moderna de 1922, que neste ano completa 100 anos.

Apesar de reverberar e ser influência até hoje no país, a arquitetura moderna foi mais expressiva entre 1930 e 1950. O movimento promovia a expressão do nacional de forma independente e autônoma, com o objetivo de se desligar das referências europeia, o que fez com que um novo estilo de pensar a arquitetura fosse desenvolvido, sendo totalmente adaptado aos nossos materiais, formas e cultura.

Na época, para muitos, São Paulo, podia ser considerado uma província, pois a cidade queria ser modernizar e essa mudança passaria por uma ruptura de padrão estética. Com o passar dos anos, tanto casas como edifícios foram ganhando cada vez um toque modernos, pois os arquitetos e urbanistas foram percebendo que era preciso transformar a cidade em algo mais funcional e prático, de acordo com a sociedade que vivia em constante movimento e transformação.

Obras modernistas em São Paulo

  • Vão livre do Museu de Arte Contemporânea de São Paulo (MASP), projetado por Lina Bo Bardi e inaugurado em 1947.
  • A casa modernista, projeto do Gregori Warchavchik, é uma homenagem para a família do arquiteto. Projetada na Vila Mariana, ela foi primeira casa modernista do Brasil e era totalmente diferente das mansões a palacetes da época que eram carregados, caros e demorados para construir.
  • Edifício Copam, projetado por Oscar Niemeyer, é um cartão postal da cidade e um dos principais símbolos do período.
  • Conjunto Nacional, construção que fica na Avenida Paulista e abriga residências, salas de escritórios, entretenimento e comércios. 

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