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A ORIGEM DO COBOGÓ

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Para quem não conhece a origem dos charmosos blocos vazados que hoje tomam forma em diversos materiais, cores e tamanhos; o cobogó surgiu na década de 1920 em Recife, criação de um grupo de três engenheiros, que a partir das iniciais dos sobrenomes: Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de Góes, deram nome assim a famosa peça de CO-BO-GÓ.

Inspirado na cultura Árabe, mais precisamente do Muxarabi (Mashrabiya), elemento vazado ou semi vazado construído em treliças de madeira utilizados nas sacadas e janelas das casas, na intenção de fechar parcialmente os ambientes, o cobogó foi produzido para ter praticamente a mesma função, porém eles buscavam uma peça mais resistente e que pudesse ser replicada em larga escala.

ARQUITETURA MODERNISTA:

O USO DO COBOGÓ POR LÚCIO COSTA E OSCAR NIEMEYER

Adotado por Lucio Costa e Oscar Niemeyer nos anos 40 e 50, o cobogó tornou-se presente na arquitetura moderna brasileira, sendo muito usado na construção da nova capital, em casas e prédios públicos de todo o Brasil, logo caiu no gosto popular, fazendo com que a peça fosse além das fronteiras tupiniquins, ganhando o mundo.

A VOLTA DO COBOGÓ:

Criado primeiramente em concreto, hoje ele pode ser encontrado em diversas formas e materiais, tais como cerâmicas, vidro, mármore, madeira, e em diversas cores. Nos últimos anos o elemento voltou de maneira expressiva na arquitetura e decoração contemporânea; com a função de manter a privacidade do ambiente sem perder a iluminação e a ventilação.

Se você ficou com saudade dos cobogós ou você se apaixonou pela história e quer investir no visual retrô fique atento aos lançamentos da SPCON, nós valorizamos a história do Brasil e dos nossos materiais, por isso em nossas obras optamos sempre em seguir uma arquitetura com traço, conceito, revestimentos e matérias da nossa origem, para que a história da arquitetura nacional continue viva não apenas em nossas memórias, mas também no nosso dia a dia .